São Paulo é uma das dez maiores cidades do mundo, com uma população de mais de doze milhões de habitantes. Em 2012, o PIB da cidade representou 11,4% do PIB brasileiro. Todos os dias, mais de cinco milhões de carros, quase um milhão de caminhões e mais de 40 mil ônibus circulam pela cidade de São Paulo [1] (IBGE, 2016). Quase toda a frota de ônibus, bem como os caminhões utilizados nos principais sistemas de distribuição de São Paulo (alimentos, gás de cozinha e transporte de mercadorias, entre outros) são movidos a diesel, contribuindo significativamente para o aumento das emissões de material particulado fino (MP 2,5) na cidade e de gases de efeito estufa.

Segundo uma pesquisa de 2016 sobre mobilidade urbana, a saúde apareceu como a área de maior preocupação, mencionada por 58% dos paulistanos entrevistados[2]. Para 64% dos entrevistados, a poluição do ar foi considerada o pior tipo de poluição, comparada às poluições da água, sonora e visual. O resultado indica que os cidadãos paulistanos estão preocupados com a poluição e seus efeitos negativos sobre a saúde das pessoas na cidade.

Como a maior cidade brasileira, São Paulo pode ser pioneira ao implantar ações para adoção dos padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS), mostrando às outras cidades brasileiras que é possível ter um ar mais limpo.

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Tornar o ar de São Paulo mais limpo e saudável é um grande desafio. Diversas medidas são necessárias para superar tal desafio: desde grandes investimentos em infraestrutura de transporte público e logística — que podem melhorar a mobilidade — às atitudes individuais que, juntos, podem conduzir a grandes transformações. Se a solução para o problema reside em um conjunto de ações que depende de todos, para alcalçar tal objetivo também devemos trabalhar juntos. Clique no botão para manifestar sua preocupação com a qualidade do ar e as mudanças climáticas em São Paulo.

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